Há mil anos que...
Um romance sobre um amor de vidas passadas  

A ligação que sentem… é como se se conhecessem desde que o mundo é mundo e Deus inventou as almas.

Alguma vez teve uma sensação assim? De, ao conhecer alguém pela primeira vez, ter a certeza de a conhecer desde sempre? Alguém de quem não consegue afastar os olhos, o pensamento ou o coração?

Há Mil Anos que Não te Via é uma empolgante narrativa espiritual, que conta a história de um amor kármico. Pietro é um jovem sensível e sonhador, oriundo de uma humilde família da Toscana, que parte para Roma, para estudar História de Arte. Inês, nascida no bairro lisboeta da Ajuda, é inteligente, responsável e sobretudo ambiciosa, uma autêntica «guerreira».

Não podiam ser mais diferentes.  Mas uma força inexorável e inescapável atravessa o próprio tempo para os juntar… Pietro e Inês vivem, ao longo de séculos, gerações e encarnações, um dramático e poderoso amor, que atravessa as fronteiras do próprio tempo. Roma, Lisboa e Sintra são os idílicos cenários deste irresistível, contagiante e mágico amor, que conta com as sábias e bem humoradas intervenções de um Anjo «consagrado em alminhas resistentes». Uma história que pode ser verídica e… que pode estar a acontecer neste momento.

Único e Original
Há mil anos que não te via é um romance único na forma como aborda experiências de vidas passadas e revela, através uma escrita acessível e prática, como estas interferem na vida actual. Esta é a grande exclusividade deste livro, empolgante desde a primeira página. É o único romance baseado em factos reais de como a memória de vidas passadas pode levar a doenças, ataques de pânico ou descompensação emocional caso uma pessoa entre em negação ou, se o processo for aceite e integrado, levar a uma vida incrivelmente plena. Uma história extremamente original, de um amor profundo que toca a essência das várias vidas, a permanência do amor em todas elas. É um romance acerca do amor eterno, aquele que não morre, nem com a morte física dos amantes. Aquele que se perpetua através dos tempos.
Autora

Alexandra Solnado é a autora portuguesa de maior sucesso no campo da espiritualidade, tanto no nosso país como a nível internacional. É publicada nos EUA, onde foi galardoada com o Latino Book Award, na América Latina, em Espanha e no Japão. É autora de vários best-sellers, que conta quase 300 mil exemplares vendidos.
Para além de se dedicar à escrita, Alexandra Solnado trabalha como terapeuta espiritual.

Há mil anos que não te via é o seu primeiro romance.

Em todo o mundo, centenas de milhares de pessoas abraçaram o seu trabalho, atraídas pela profundidade da sua sabedoria espiritual e o poder das suas terapias de cura da alma. A sua incrível experiência como terapeuta e como escritora consegue assim unir as duas maiores capacidades para se escrever um bom livro. Experiência no conteúdo e estilo literário. E são essas duas componentes tão difíceis de juntar que fazem desta escritora de eleição um caso tão único e especial no mercado editorial português.

www.alexandrasolnado.com
Alexandra Solnado premiada nos EUA



Inspiração

Depois de 12 anos como escritora e terapeuta de vidas passadas, e de tratar milhares de pessoas com problemas provocados por estas, Alexandra Solnado considerou que fazia sentido esclarecer uma das maiores dúvidas das pessoas que acreditam em reencarnação: Qual o alcance que as memórias de vidas passadas têm na vida actual das pessoas, e como fazer para limpar essas memórias, no sentido de conseguir viver uma vida plena. Mas a ideia não era fazer um livro técnico, que teria pouca amplitude para a mensagem. Assim, foi escrito um romance envolvente, para que mais e mais pessoas pudessem rever as suas próprias paixões kármicas e reflectir sobre elas. Apesar de ser um livro de ficção, é baseado em factos reais, e todos os dados clínicos mencionados são verídicos e confirmados.

E na realidade…

Quantos livros existem actualmente que falam acerca de experiências de vidas passadas? Muitos. Quantos livros existem que falam da influência das vidas passadas na vida actual das pessoas? Alguns. Quantos livros existem que contam um romance fervilhante que já vem de vidas passadas? Em que um dos intervenientes do casal se recusa a aceitar entregar-se, passando por ataques de pânico, visões das vidas passadas e pretensas alucinações?
Nenhum.
Aliás, um. Este.

Porque existem imensos livros que falam de reencarnação, de vida após a morte, mas não da influência das memórias das vidas passadas NESTA vida. E sobretudo de como pode ser complexa a identificação e a libertação desses padrões kármicos. Muitas pessoas já tiveram a experiência de “não posso viver com ele/ela, mas também não posso viver sem ele/ela”, que é o maior indício de um amor de vidas passadas, com todos os padrões que advêm dessas memórias. E Há mil anos que não te via, que é um livro forte, é muito fácil de ler e traz a resposta a uma interrogação tão constante e presente em todos os que acreditam em vidas passadas – se os relacionamentos que temos com as pessoas que conhecemos, e que às vezes são tão difíceis, vêm mesmo “lá de trás”…Conheça a resposta através deste empolgante romance de um amor verdadeiramente arrebatador.
Excertos

«O beijo que une as suas bocas é de uma sensibilidade suprema. A única coisa que existe é esse momento mágico. A terra para de girar. Toda a atividade do mundo para nesse instante porque duas almas estão a encontrar-se, depois de séculos de busca. Nada mais importa agora. Estão ali a viver esse momento que é eterno, e que não vai acabar nunca.»



«A sincronicidade espanta-os. Querem falar, explicar o que sentiram nestes dias, como é possível isto que está a acontecer. Falam ao mesmo tempo. É notável o entusiasmo com que vão ligando as coisas, falando dos seus passados solitários e carentes, a energia que emanam a cada história que contam: – Chamei-te tantas vezes, Pietro. Quando era pequenina e a minha mãe me punha de castigo, zangava-me contigo porque não me vinhas salvar… porque não vieste? – Sempre que o meu pai me batia, eu chorava e sonhava que havia de fugir para um lugar lindo… e tu estavas lá à minha espera…»



«A alma de Pietro chora. E fala diretamente com a alma de Inês: «Não, este karma não acaba aqui. Havemos de nos encontrar para limpar isto. Nem que seja daqui a milhares de anos. Eu prometo-te.»»



«E essa dor que o amor provoca é a que o ser humano precisa de vivenciar para libertar sofrimento de outras vidas – kármico, portanto – e conseguir a cura da sua alma. Por isso é um sofrimento abençoado.»



«Mas o que Inês não sabe é que quando chega a hora de o ser humano aceder às suas dores para as curar, chega mesmo. E nessa altura não há nada a fazer. Os homens podem escolher que o processo seja mais simples ou mais complicado, com maior ou menor sofrimento. Mas, pela lei do karma – ação e reação –, tudo o que se bloqueou deverá ser revisitado para ser limpo. E se o que se enviou para o universo foi o bloquear de uma dor, demore as vidas que demorar, essa dor deverá voltar para ser revivida, drenada e por fim purificada.»



«E assim o tempo vai passando, com a certeza de que tudo é perfeito e de que um homem só atrai o que precisa para aprender a avançar mais um bocadinho.»



«Tenta que os dias sejam todos iguais como eram antes, aquela sublime estabilidade. Em que não precisava de pensar em nada porque a vida andava sozinha. Mas, agora, parece que o coração acordou.»



«Aqui em cima as coisas são mais simples. Como somos energia e sabemos disso, coisa que os humanos lá em baixo não sabem – pensam mesmo que são matéria –, torna-se muito mais fácil lidar com tudo, pois tudo é energia. Aqui em cima sabemos que não é possível fugir de uma atração nem de uma repulsão. Enquanto os corpos se atraem ou se repelem é porque há ligação. E essa ligação deverá ser vivida se for boa e processada e resolvida se for má. O ideal é dois corpos poderem estar lado a lado, sem arestas, sem fissuras. Aqui em cima sabemos que, ao trabalhar qualquer uma destas ligações, estamos a evoluir. É simples. Mas os humanos lá em baixo não fazem isso.»



«Não demorou um segundo. Não demorou um único segundo. Só de ouvir o nome dele, aquela voz entrou dentro do seu ouvido fazendo estremecer o seu corpo. Transformou-se como que por magia numa seta, mas uma seta inteligente, daquelas que sabem perfeitamente o que têm de fazer. Passou por dentro da cabeça, foi ao hemisfério direito acordar todas as emoções, todas as sensações daqueles dias longínquos em Roma. Passaram à frente dos seus olhos as imagens mágicas do hotel, da Fontana di Trevi, dos beijos, do quarto, da voz, da entrega. Tudo outra vez, meu Deus. Depois, essa seta incontrolável foi diretamente para o coração abrir a ferida que já estava quase curada. Quase fechada, quase. E foi precisamente por esse espacinho, por esse «quase», que a seta entrou.»



«Este amor imenso que sente por Pietro é a melhor coisa que lhe aconteceu, mas é também, sem sombra de dúvida, a pior coisa que alguma vez lhe poderia ter acontecido! Viveu com ele os melhores momentos da sua vida, mas também, e paralelamente, os piores. E esta montanha-russa emocional quase a leva à loucura. A sua vidinha regrada pode não ter muita emoção, mas é muito mais estável e tranquila. A questão é que depois de uma pessoa saber que existe o paraíso, torna-se muito difícil viver no deserto.»



«Da mesma forma que os pintores têm um estilo, um padrão de pintura, também as pessoas têm padrões de comportamento. Quem sabe se esses padrões não vêm lá de trás, de vidas em que reagiram duma mesma maneira vezes e vezes sem fim? Por essa ordem de ideias, o que deveríamos fazer nesta vida seria mudar esses padrões de comportamento, para nos afastarmos das pessoas que fomos e começarmos a perscrutar quem podemos vir a ser. E é nesta altura que Pietro percebe que o destino é feito de alternativas fixas e variáveis, e que está nas nossas mãos aceitar o que não pode ser mudado, mas invariavelmente escolher mudar tudo o que não confere com o que somos e que pode ser alterado.»



«Pelos vistos não mudaste nada. Continuas a achar que podes mandar na vida, não é? Sempre foste assim, mas eu pensei que tinhas crescido, miúda.»



«Dói. Sim, dói, mas é uma dor completamente nova, que devolve um significado, que tem um fim à vista, que é diferente da dor antiga, tão vazia e estéril. A dor que sente com a sua drástica mudança de vida é uma dor convicta de quem está a construir um mundo novo, um eu novo, no qual essa mesma dor já não terá lugar. Não desta maneira.»
Vídeo do Lançamento do Livro



Testemunhos

Sou resmungona, faço comentário naquilo que acho não estar bem. Mas me sinto na obrigação de manifestar também os meus agrados, naquilo que gosto de ver, naquilo que me encanta, naquilo que me faz trazer a tona o mais completo sentimento de admiração e gratidão.
Obrigada Alexandra Solnado pelo manjar dos Deuses que foi ler o romance " HÁ MIL ANOS QUE NÃO TE VIA". Foi um turbilhão de emoções, muitas lágrimas e muito alivio no peito.
Me senti um pouco Pietro e mais ainda Inês, não queria parar de ler enquanto não chegasse a saber qual seria o fim, mas depois que acabei me senti perdida, queria mais e mais. Achei que foi pena ter lido tão depressa, deveria ter saboreado com mais calma.
Este romance veio na hora certa e com certeza me abriu os olhos para muita coisa.
Me senti muiiiiiiiiiiiiiito bem em saborear aquela história e se posso te pedir um favor: escreve mais ......
Adorei

Muita luz, paz e intuição
Espero o próximo livro
Mara



Boa tarde,

Ontem a noite terminei o livro da Alexandra Há mil anos que não te via, gostava de dar os parabéns a autora porque adorei este livro, acho que é mesmo espectacular, aprendi imenso com ele. Muito obrigado por esta mensagem tão linda.

Um forte abraço de gratidão!
Ruth



Olá Alexandra, dou-lhe os meus sinceros parabéns pelo livro "Há mil anos que não te via". É um romance real, pois se olharmos para o vizinho, para alguém que conhecemos, ou até para nós, em alguma vez nas nossas vidas algo aconteceu. Aquele aperto no peito, ansiedade etc, tudo isto é familiar. Sei que Deus, os Anjos e todos os Seres de Luz e de Amor estão sempre comigo.
Li os seus livros todos, e gosto muito de todos, são apaixonantes, este é diferente é uma parte de nós!

Obrigado, e continue sempre com essa luz e amor de Deus

Um abraço de muita luz!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Célia Mendes



Olá Alexandra,
Acabei de ler o seu livro "Há mil anos que não te via". Adorei, os meus sinceros parabéns, que história linda e ao mesmo tempo com tanta informação espiritual.
Apesar de não me rever na história dos personagens, os ensinamentos do Anjo que a Alexandra colocou, são fantásticos, aí sim, tive a sensação de estar em casa, ou seja, o consolo de saber que estou no caminho certo, apesar dos percalços que me vão acontecendo.
Mais uma vez Alexandra o meu obrigada a si em particular e a todos do projecto que estão sempre tão disponíveis para estas almas, que ainda andam á procura do caminho para a Luz.

Até sempre
Fátima Martins.

P.S. Já vi o vídeo da surpresa que lhe fizeram no lançamento do livro, devo de dizer que é difícil de esquecer o refrão da música, mal acordo começo a ouvi-lo, e durante o dia estou constantemente a cantá-lo. Foi lindo e merecido!



Meu Deus... Que catarse!...Ler este livro foi duma tal intensidade emocional que quase parecia que estava a ler a minha vida nas suas palavras, Alexandra. Senti-me um misto das 2 personagens, mas no final, o rapaz não voltou para mim... Sem mágoa...Agora já consigo aceitar o facto e procuro viver A MINHA VIDA E AS MINHAS EMOÇÕES.

Alexandra, obrigada por mais uma vez ter a coragem de aceitar outro novo desafio. Espero que surta tanto efeito nos seus leitores como surtiu em mim. Estou deveras emocionada... O romance é lindo, lindo, lindo...

E... como disse e bem "Uma história que pode ser verídica e... que pode estar a acontecer neste momento."

Um ABRAÇO DE LUZ
Alice Mexia



Olá Alexandra,
O livro é:
Pedagógico - porque fez-me sentir de uma forma leve, suave, subtil até, a mensagem de cada palavra, e transporta-me inevitavelmente para a razão da Vida. Para além de ensinar (e muito), está carregadinho de valiosa informação que ajuda a pôr consciência na lógica da Vida. Elucidativo - porque torna esclarecido algo que não estava esclarecido, com uma linguagem focada, forte, clarificadora, sem linhas dispersas, e que reanima os sentidos. Reanima!
Evolutivo - porque coloca imensa matéria prima de forma fácil, fui sentindo saltos quânticos dentro de mim, fui sentindo a lógica a entrar.
Emocional - porque ... fogo!!!! Já li coisas que me comoveram, mas este para além de comover-me desde o início, transportou-me pelas minhas emoções adentro.
Verdade!!! Nunca me lembro de um livro ter-me feito sentir tanto, e isto só pode ser um bom sinal! Só algo de bom promove isto! Transportou-me para várias vidas passadas, muitas! Neste livro senti algo único, senti que todo o meu corpo energético sincronizou-se com cada linha, e só me limitei a aceitar o que sentia, e o meu canal abriu-se naturalmente a cada situação e transportou-me lá para trás, lá para trás. Em algumas partes o choro foi até convulsivo, mas faz parte...
e Toca dentro -por tudo o que já exprimi e porque nunca me lembro de um livro ter-me tocado da forma como Há Mil Anos Que Não Te Via, me tocou, e tudo o que toca tem a sua razão, tem a sua ligação!

É um livro maravilhoso. Qual a importância deste livro?
Para mim ... Importância MÁXIMA!
Parabéns pelo livro, e quanto a mim OBRIGADA! OBRIGADA!...
Carla – Funchal



Acabei de ler o seu novo livro, pelo que lhe estou a enviar os parabéns e um bem-haja pela experiência especial que me fez passar. Desde a minha adolescência que não consigo chorar, principalmente pela morte de familiares e amigos.
Às vezes lá corria uma lagriminha, mas só. É claro que o meu corpo se ressentia disto. No curso nível II fiz aí uma meditação para chorar e nada. Cá em casa fiz uma meditação de limpeza de sobreposição de vidas passadas e descobri que tinha morrido conjuntamente com os meus pais, em menino, em três vidas.
Ontem comecei a ler o seu livro e tal como esperava, prendeu-me desde o início.
Hoje de manhã fui ao meu Guia de Cura e pedi-lhe ajuda para tratar a dor daqueles três meninos e ele levou-me, com eles, ao meu hospital e lá ficaram numa máquina para curarem as suas feridas emocionais. Depois, continuei a ler o seu livro. Só lhe digo que, de vez em quando, tinha de o por para o lado para chorar, mas uns ataques de choro em que não conseguia parar e com uma dor no peito como se fosse rasgado, uma sensação de perda enorme....Não sei quantas vezes isto se repetiu, pois perdi-lhe a conta, mas de cada vez agradecia ao céu por finalmente estar a chorar.
Nunca tinha chorado tanto na minha vida.
Quando terminei o livro, fiquei com uma sensação de leveza, como se tivesse renascido. Foi incrível! Por tudo isto, mais uma vez bem-haja por esta experiência. Sinto que este livro vai ser mais um grande êxito.

Obrigada, bem-haja.
Fátima Ramos
Media

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